José Monteiro de Menezes

Patrono da Cátedra 1:

José Monteiro de Menezes

Nasceu em 18/04/1906 em Itabaiana-SE
Faleceu em 11/10/1972 em Aracaju-SE

Era conhecido como Juca.

Filho único - órfão( mãe faleceu no parto)
Religião: católica
Filho de:
José Batista de Menezes
Josefa Monteiro de Menezes
Casado com Nivalda Nogueira de Menezes com a qual teve 6 filhos dos quais quatro ainda vivos:
José Nogueira de Menezes- falecido
João Luiz Nogueira de Menezes- falecido
Marilda Nogueira de Menezes
Maria Célia Nogueira de Menezes
Marcelo Nogueira de Menezes
Murilo Nogueira de Menezes

Descendência: Nove netos e dez bisnetos.

Funcionário Público( contador ), foi criado pela tias paternas:
Onélia Pinto Monteiro e Maria São Pedro Pinto Monteiro
Morou em Salvador e posteriormente em São Paulo onde estudou e formou-se em Contabilidade pela Escola Álvares Penteado.

Retornando posteriormente para Aracaju, onde casou-se e estabeleceu-se. Trabalhou nos correios e posteriormente na Delegacia Fiscal na função de contador, atividade que dedicou a sua vida.

Acadêmica Aieska Mendes Gonçalves Cordeiro
Cátedra nº 1

Clemente de Freitas

Patrono da Cátedra 2:

Clemente de Freitas

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

José Garcez Dória

Patrono da Cátedra 3:

José Garcez Dória

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

Wilson Barbosa de Melo

Patrono da Cátedra 4:

Wilson Barbosa de Melo

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

Manoel Marques de Oliveira

Patrono da Cátedra 5:

Manoel Marques de Oliveira

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

Juvenal Carneiro

Patrono da Cátedra 6:

Juvenal Carneiro

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

Paulo de Lyra Tavares

Patrono da Cátedra 7:

Paulo de Lyra Tavares

Nasceu em Recife, no dia 8 de janeiro de 1901. Bacharelado em Direito pela Universidade do Brasil. foi um político brasileiro. Exerceu no Ministério da Fazenda os seguintes cargos: Oficial de Gabinete do Ministro da Fazenda Contador-Geral da República Diretor do Expediente do Pessoal do Tesouro Nacional Membro da Seção de Segurança Nacional Diretor-Geral da Fazenda Nacional e Ministro interino da Fazenda. Ocupou os cargos de Diretor do Departamento Administrativo do Serviço Público Presidente do Conselho de Administração do Pessoal Subchefe do Gabinete Civil da Presidência da República Secretário das Finanças do Estado do Rio de Janeiro Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República e em 1956 Chefe de Gabinete do Ministro da Justiça.

João Carneiro de Melo

Patrono da Cátedra 8:

João Carneiro de Melo

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Frederico Herrmann Junior

Patrono da Cátedra 9:

Frederico Herrmann Junior

Frederico Herrmann Júnior – nasceu em São Paulo, 3 de setembro de 1896 - São Paulo, 18 de maio de 1946 foi um economista e contador brasileiro, é considerado o pai do ensino de Economia em nível universitário. Formado em perito-contador em 1917 pela Escola de Comércio "Álvares Penteado" (atual FECAP), no ano seguinte inicia suas atividades de docente nessa instituição, e em Ciências Econômicas em 1934 pela mesma escola. Foi Secretário das Finanças da Prefeitura Municipal de São Paulo, Diretor do Departamento da Fazenda de São Paulo e Chefe da Delegação da Prefeitura Municipal de São Paulo nas Conferências de Técnicos em Assuntos Fazendários e Legislação Tributária. Professor da Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo e catedrático da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas do Rio de Janeiro. Foi Membro da Comissão que estudou a reforma do Ensino Econômico Comercial, elevando-o ao nível universitário. Foi Representante de São Paulo no I Congresso de Economia e na Conferência Econômica de Teresopólis. Contador Geral da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Fundador da Editora Atlas. Foi Membro do Instituto de Economia da Associação Comercial de São Paulo. Diretor da Revista Ciências Econômicas. Fundador do Instituto Paulista de Contabilidade, em 1919, e Presidente nos exercícios de 1924, 1928 e 1932. Fundador e ex-Presidente da Ordem dos Economistas de São Paulo. Fundador e ex-Presidente do Centro Acadêmico de Ciências Econômicas (Horácio Berlinck). Foi Membro da Academia Brasileira de Ciências Econômicas e Administrativas. Seus livros mais importantes foram: Padronização dos Balanços das Sociedades Anônimas e Análise Econômica e Financeira do Capital das Empresas. Frederico Hermann Júnior é o patrono do Diretório Acadêmico da Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense. Hoje existe uma Avenida com seu nome, Av. Professor Frederico Herman Junior, na cidade de São Paulo no bairro do Alto de Pinheiros.

Francisco D’Auria

Patrono da Cátedra 10:

Francisco D’Auria

Nasceu em São Paulo em 16 de julho de 1884.
Em 1905, ingressou na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo mediante concurso público. Entre suas principais atividades estão:
- Membro da comissão de partidas dobradas do Tesouro Nacional;
- Fundador e diretor da Revista Brasileira de Contabilidade;
- Diretor da Contabilidade do Tesouro do Estado de São Paulo;
- Fundador e presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo;
- Contador Geral da República;
- Contador do Departamento de Comércio Álvares Penteado;
- Professor da Escola Técnico- Comercial do Instituto Brasileiro de Contabilidade;
- Contador Geral do Estado de São Paulo;
- Professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo;
- Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo;
- Secretário de Finanças da Prefeitura de São Paulo.
D’Auria teve seu trabalho reconhecido no exterior, tanto que foi agraciado com os títulos de Membro da The Econometric Society, de New Haven (Estados Unidos), Sócio Correspondente da Societé de Comptabilité de France e Contador Emérito das Américas.
Ele possuía uma maneira própria de escrever seus trabalhos. Todos eram escritos à mão, para, depois, serem datilografados por seus assessores. D’Auria escreveu 23 livros sobre Contabilidade e matérias afins.
Na opinião de D’Auria (segundo Nascimento, 1953, p. 15), a “(...) Contabilidade avalia, registra, expõe a estática e a dinâmica patrimonial. Enquanto avalia – conta com números. Enquanto registra – conta com descrições e números. Enquanto expõe – conta, descrevendo e apresentando números sinteticamente”.
Um dos mais importantes trabalhos de D’Auria foi a Sistematologia. Para ele (1959, p. 323), “se sistema é um todo harmônico cujos componentes ou partes têm vínculos recíprocos ou solidários, a definição se aplica, rigorosamente, ao patrimônio”. Patrimônio, portanto, é, na sua opinião, um composto de riquezas, cujos elementos são inter-relacionados e solidários”.
Ele participou ativamente de congressos nacionais e internacionais de Contabilidade, pronunciou várias conferências sobre Contabilidade, Administração Pública e outros assuntos correlacionados; foi, também, conhecido como um especialista na área de finanças e matemática.
Francisco D’Auria morreu em São Paulo, com 74 anos de idade, em 6 de fevereiro de 1958.
Entre suas principais obras estão: A Letra de Câmbio na Contabilidade, Contabilidade Mercantil, Contabilidade Geral (Teoria da Contabilidade Patrimonial), Revisão e Perícia Contábil (Parte Teórica) e Contabilidade de Empresas Diversas e Organização e Contabilidade Patrimonial- Doméstica (obra póstuma).

Acadêmico Mário Lúcio do Espirito Santo
Cátedra nº 10

José Alfredo Linhares

Patrono da Cátedra 11:

José Alfredo Linhares

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Antônio Tavares da Costa

Patrono da Cátedra 12:

Antônio Tavares da Costa

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Álvaro Porto Moitinho

Patrono da Cátedra 13:

Álvaro Porto Moitinho

Álvaro Porto Moitinho, foi um dos Expoentes da fase científica no Brasil no Campo da Administração, destacando-se como símbolo da defesa e criação dos cursos de Administração.
Nasceu no Estado do Rio Grande do Sul. Foi Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal e da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas de Sana Maria, ambas em seu Estado. Graduou-se em Economia e Contabilidade. Fundou, dirigiu e presidiu o Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT), nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Foi Conselheiro Técnico de diversas associações e empresas. Foi Membro participante do Comitê do Instituto Internacional de Ciências Administrativas de Bruxelas. Atuou como Diretor da Associação Comercial do Estado do Rio de Janeiro. Foi Assessor do Embaixador José Carlos Macedo Soares.
Na área classista, presidiu o Sindicato dos Economistas no Rio de Janeiro e dirigiu o Conselho Federal de Economistas. Foi Planejador dos Cursos de Administração na Faculdade Nacional de Ciências Econômicas na cidade do Rio de Janeiro.
No exterior, exerceu várias atividades voltadas aos estudos da nova “Ciência da Administração”, principalmente nos seguintes países: Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Portugal, Suécia, Suíça, Estados Unidos da América e tantos outros.
Foi Autor de várias obras específicas no campo da Administração, destacando-se as seguintes: “Ciência da Administração”; “Introdução à Administração” e “Administração”. Foi Autor também de vários artigos, entrevistas, discursos, conferências e periódicos sobre estudos relacionados com a Administração, publicados nas Faculdades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santa Maria no Rio Grande do Sul e tantas outras.

Acadêmico Jurandi Conrado
Cátedra nº 13

Josino Marques de Almeida

Patrono da Cátedra 14:

Josino Marques de Almeida

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Miguel Rezende

Patrono da Cátedra 15:

Miguel Rezende

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Ubaldo Lobo

Patrono da Cátedra 16:

Ubaldo Lobo

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Carlos de Carvalho

Patrono da Cátedra 17:

Carlos de Carvalho

Carlos de Carvalho nasceu na cidade de Rio Claro, Estado de São Paulo, em 12 de agosto de 1866. Suas atividades profissionais tiveram inicio na Exatoria da Receita Federal na cidade se São Carlos (SP), onde passou a exercer mais tarde
As mesmas atividades para o Estado de São Paulo.

Em 1905, ocorreram dois fatos importantes para a vida profissional de Carlos de Carvalho: a encampação da Estrada de Ferro Sorocabana e a valorização do café pelo Convênio de Taubaté. Ele foi convidado pelo generoso Estadual para acompanhar essa duas operações e para iniciar a reforma do sistema de escrituração contábil do Tesouro do Estado. Nomeado Diretor da Contabilidade dessa repartição. Implantou o sistema de partidas dobradas em todas suas divisões.

A escrituração do Estado de São Paulo na opinião de Aloe (1054. p. 24) tornou-se modelar traça ao talento e à capacidade de trabalho de Carvalho e seus componentes e dedicados colaboradores.

Após esse sucesso escreveu vários livros e artigos sobre Contabilidade e outras disciplinas na tentativa de iniciar: como ele próprio determinou o ciclo cientifico dos estudos de Contabilidade no Brasil.

Seus importantes trabalhos são:

I.Questões Práticas de Contabilidade – Editora Laemmerts – Rio de Janeiro 1902
II.Páginas de Contabilidade – Empresa Brasileira São Paulo 1912-1913, em dois volumes para cuja elaboração os dois livros antes referidos serviram de base.
III.Estudos de Contabilidade em quatro volumes.
IV.Outros livros contábeis como Problemas de Escrituração, Tratado Elementar de Contabilidade, Aritmética Comercial e Financeira, Contabilidade das Companhias de Seguros de Vida, Noções Práticas de Escrituração Mercantil e Noções de Cálculos Comerciais e Financeiros.

Em todos eles percebe-se a tendência contista de Carlos de Carvalho pois sua principal preocupação estava centrada no problemas da escrituração contábil especialmente no que se refere à implantação do sistema de partidas dobradas.

A Revista Brasileira de Contabilidade foi dirigida por Carlos de Carvalho, ele foi o primeiro editor da RBC no período de 1912 a 1920.

Carlos de Carvalho morreu em Santos (SP) em 02 de janeiro de 1920, com apenas 53 anos de idade.

João de Lyra Tavares

Patrono da Cátedra 18:

João de Lyra Tavares

João de Lyra Tavares é o Patrono dos Contabilistas do Brasil e criador do “Dia do Contabilista”. Nasceu em 23 de novembro de 1871, na cidade de Goiana, no Estado de Pernambuco e faleceu no dia 31 de dezembro de 1930, no Estado do Rio de Janeiro.

Contabilista e amante das letras, em Pernambuco foi guarda-livros, chefe de escritório e da firma em que trabalhava. Professor de Contabilidade e comerciante destacado. Foi membro da Associação Comercial do Recife e fundou a Associação de Guarda-Livros de Pernambuco.

João Lyra foi eleito Senador pelo Rio Grande do Norte, cargo que ocupou até o fim de sua vida. No Senado, foi membro eminente da Comissão de Finanças e sempre ressaltou os benefícios que a sociedade brasileira teria com o reconhecimento de uma classe de contadores públicos e fez aprovar várias leis em benefício da profissão contábil.

No dia 25 de abril de 1926, em São Paulo, foi aclamado Presidente do Supremo Conselho da Classe dos Contabilistas Brasileiros. Nos agradecimentos, defendeu a criação do Registro Geral dos Contabilistas Brasileiros: "Trabalhemos, pois, bem unidos, tão convencidos de nosso triunfo, que desde já consideramos 25 de abril o dia dos contabilistas brasileiros". Estava instituído o Dia do Contabilista, marco decisivo para o processo de organização dos Contabilistas em bases profissionais, que culminou com a criação do sistema CFC/CRC's, ocorrida 20 anos depois.

Em 1976, pela Resolução número 440, o CFC instituiu a Medalha Mérito Contábil João Lyra, destinada a condecorar os que tenham se distinguido de forma notável ou relevante para elevação da classe contábil. Atualmente sua entrega é realizada nos Congressos Brasileiros de Contabilidade.

Acadêmico Prof. Espc. Cantidiano Novais Dantas
Cátedra nº 18

Domingos Neves

Patrono da Cátedra 19:

Domingos Neves

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Acelino Pedro Guimarães

Patrono da Cátedra 20:

Acelino Pedro Guimarães

Alegro-me por ter tido o privilégio de ter sido amigo pessoal do Doutor Acelino Pedro Guimarães. O conheci quando eu presidente do CRC/SE, no período de janeiro de 1982 a dezembro de 1985, e ele conselheiro titular.

Dr. Acelino, filho do Sr. Antônio Pedro Guimarães e de D. Maria do Céu Cardoso, nasceu em 14 de fevereiro de 1927, no Município de Aquidabã em Sergipe.
Ainda jovem mais conhecido na sua terra como excelente alfaiate, migrou para o estado de São Paulo em busca de melhores oportunidades. Lá chegando, completou o curso secundário no Colégio do Atheneu Rui Barbosa, vindo a especializar-se em Contabilidade Empresarial. Casou-se co Dona Aurora Corso Iglesias, de Catinguá no Paraná, com quem teve 4 filhos. Retornou a sua terra natal, onde se estabeleceu com escritório de contabilidade, sendo pioneiro naquela cidade. Ingressou no magistério, no Ginásio Francisco Figueiredo, onde foi diretor, vindo a criar posteriormente os cursos de Contabilidade e Pedagogia. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe.
Ingressou na defensoria Pública do Estado de Sergipe, foi Professor na cadeira de Direito Civil, na faculdade de Direito da Universidade Tiradentes, foi titular da Cátedra nº 12, que tem como patrono o intelectual Severino Maurãcio Cardoso, da Academia Sergipana de Letras. Grande conhecedor do Vernáculo Pátrio escreveu o livro "Tudo Sobre o Verbo" e "Gramática Teórica da Língua Portuguesa".
Na área jurídica, produziu vários livros, iniciando com "Tudo Sobre Alimentos". Faleceu em Aracaju no dia 00/00/0000.

Acadêmico Jodoval Luiz dos Santos
Cátedra nº 20

Carlos Alberto Barros Sampaio

Patrono da Cátedra 21:

Carlos Alberto Barros Sampaio

Carlos Alberto Barros Sampaio nasceu em 18 de abril de 1906, no município de Itabaiana. Professor e economista, formado pela Faculdade de Ciências Econômicas de Sergipe. Dedicou-se ao magistério, tendo lecionado na Escola de Comércio, onde exerceu também o cargo de diretor por vários anos e, na mesma faculdade onde fora graduado como economista exerceu o magistério. Devido à sua dedicação e competência no exercício das diversas funções, foi escolhido pelo então governador do Estado, Dr. Lourival Batista, para integrar a sua equipe de governo, passando a ocupar o cargo de Secretário de Educação e Cultura no período de 1966 a 1970. Em 19 de fevereiro de 1970, foi nomeado para ocupar o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas de Sergipe, órgão do qual também foi presidente. É patrono da Academia Sergipana de Ciências Contábeis.

Manoel Dias da Silva

Patrono da Cátedra 22:

Manoel Dias da Silva

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Hilário Franco

Patrono da Cátedra 23:

Hilário Franco

Calmo, simpático, quieto, compenetrado, inteligente, assim era Hilário Franco um ícone da contabilidade brasileira, que lamentávelmente deixou o nosso convívio dia 22 de dezembro de 2000, Hilário era paulista de Itapira, foi diplomado em 1943 Contador pela "Escola de Comércio Álvares Penteado". Em 1944 ingressou, como primeiro colocado no vestibular, na Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo(Facesp), ocasião em que começou a despontar para a Classe Contábil e a sociedade em geral, como um dos mais respeitados profissionais do século.
O curriculum de Hilário Franco é extenso e repleto de conquistas. Na atividade profissional foi contador, economista, administrador, professor - lecionou mais de 35 anos em diversas instituições renomadas, sobre matérias da área contábil; sócio das empresas; Revisora Nacional - Auditores Independentes S.C.; Sociedade Civil Nacional de Participações Ltda; Deloitte Haskins & Sells - Auditores Independentes; Schiat - Auditores Independentes S.C. e Deloitte Haskins & Sells - Consultores. Atuou, também, como consultor contábil na Fundação Antonio e Helena Zerrener - Instituto Nacional de Beneficência ( 1960 a 1979), foi membro dos Conselhos Fiscais de inúmeras Companhias entre as quais se destacou na Cia.Antarctica Paulista.
Podemos afirmar que a Classe Contábil brasileira não teria a mesma importância que possui hoje, sem a participação desse profissional. Atuou como presidente nas instituições mais importantes da Categoria, como o Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (1955/56) - onde fundou, juntamente com o Prof. Luiz Fernando Mussolini, o jornal "O Mensário do Contabilista", foi o fundador do Instituto Brasileiro de Contadores - Ibracon, em 1957, e no período de 1958/59 presidiu a Federação dos Contabilistas do Estado de São Paulo, além de marcar sua presença em diversas instituiçoes da Classe onde foi representante, membro, consultor etc.
Como recompensa pelo brilhantismo de sua atuação na carreira contábil, Hilário Franco recebeu diversas homenagens, as quais enumeramos, entre muitas, a Medalha de Ouro, "Ministro Souza Costa", quando ainda era aluno, pela Facesp, em 1944. Em 1971 foi condecorado com o Título "Contabilista Emérito" pelo Sindicato dos Contabilistas de São Paulo, em 1976 recebeu a medalha de Ouro Mérito Contábil "João Lyra", pelo Conselho Federal de Contabilidade em 1978, o título "Contabilista Emérito do Brasil" , pelo Grupo IOB, com Menção Honrosa e Placa de Ouro. Em 1989, foi-lhe outorgada a Medalha de Ouro e Título de "Contador Benemérito das Américas", pela Associação Interamericana de Contabilidade.

Acadêmico Maria Salete Barreto Leite
Cátedra nº 23

Ivan Carlos Gatti

Patrono da Cátedra 24:

Ivan Carlos Gatti

O Contador Ivan Carlos Gatti, fundador da GATTI CONTABILIDADE em dezembro de 1963, faleceu em 30 de abril de 2002, deixando para os seus herdeiros o legado de continuidade de um sonho que se tornou em uma grande empresa. Ainda na década de 70, mais precisamente em 1976, Ivan Carlos Gatti começou sua trajetória classista, coordenando a 1ª Convenção dos Proprietários de Escritórios de Contabilidade. Em 1983 fundou a Associação Profissional das Empresas de Serviços Contábeis, posteriormente transformada em Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Rio Grande do Sul – Sescon - RS, do qual também foi fundador e presidente no período de 1994 a 1996. Em 1986 foi eleito presidente do Conselho Regional de Contabilidade – CRC/RS, sendo reeleito por mais um mandato e permanecendo até 1989. De 1990 a 1993 foi presidente do Conselho Federal de Contabilidade – CFC, também por dois mandatos. Também idealizou, fundou e presidiu a Fundação Brasileira de Contabilidade de 2000 a 2001. Nos quatro anos de trabalho frente ao CFC, Ivan Carlos Gatti foi o responsável pela transferência do Conselho Federal da cidade do Rio de Janeiro para Brasília, dando início à construção da nova sede. Desenvolveu um projeto pioneiro, em nível nacional, denominado "O Contador do ano 2000", cuja meta prioritária consistia na capacitação e na valorização profissional mediante a Educação Continuada, e que tinha como principal objetivo a elevação técnica, cultural e social do Contabilista. Na sua gestão, o CFC realizou 2.699 cursos de Educação Continuada em todo país, com a participação de mais de 142 mil profissionais de Contabilidade. Pela primeira vez na história do conselho, Gatti assinou convênios com universidades para a realização de cursos de pós-graduação na área contábil. Por duas vezes ele esteve com o presidente da República. Tratando de assuntos de interesse da profissão. Também foi responsável pela reformulação da Revista Brasileira de Contabilidade. Gatti promoveu, ainda, a efetivação do recadastramento nacional de Contadores e de Técnicos em Contabilidade; reativou a edição das Normas Brasileiras de Contabilidade; adotou medidas de integração do Sistema CFC/ CRCs com as entidades sindicais; e incrementou a representação da Classe Contábil brasileira em organismos internacionais, filiando o CFC à Associação Interamericana de Contabilidade – AIC. Ele criou ainda, os CRCs de Rondônia, Amapá e Tocantins. Em 1996, no XV Congresso Brasileiro de Contabilidade, realizado no Ceará, foi condecorado com a Medalha "Mérito Contábil João Lyra", maior distinção da classe contábil brasileira.

Mário Lins de Carvalho Filho

Patrono da Cátedra 25:

Mário Lins de Carvalho Filho

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Alberto Almada Rodrigues

Patrono da Cátedra 26:

Alberto Almada Rodrigues

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Militino Rodrigues Martinez

Patrono da Cátedra 27:

Militino Rodrigues Martinez

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Antônio Fernando Campos

Patrono da Cátedra 28:

Antônio Fernando Campos

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Amintas Andrade Garcez

Patrono da Cátedra 29:

Amintas Andrade Garcez

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Carlos Augusto dos Santos

Patrono da Cátedra 30:

Carlos Augusto dos Santos

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Jaziel de Brito Côrtez

Patrono da Cátedra 31:

Jaziel de Brito Côrtez

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Edirany Sales de Oliveira

Patrono da Cátedra 32:

Edirany Sales de Oliveira

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Paulo Rocha de Novais

Patrono da Cátedra 33:

Paulo Rocha de Novais

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Antônio Calderelli

Patrono da Cátedra 34:

Antônio Calderelli

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Américo Matheus Florentino

Patrono da Cátedra 35:

Américo Matheus Florentino

O professor e Doutor Américo Matheus Florentino, foi economista, administrador, contador e atuário. Um dos maiores gênios e escritores da Contabilidade Brasileira. Dentre seus volumes, destaca-se os de análise contábil, análise de custos, gerenciamento, e auditoria, criando teses e formas de cálculos novas, coisa que muitos outros doutrinadores não exploraram. Na década de 70 ele fora um dos primeiros a desenvolver um volume de análise de custos, visto que, a literatura, nesta área, em português, era muito escassa, mais dominada por norte-americanos, e não se conseguira até então, desenvolver um volume desta especialidade, sendo que, o grande mestre venceu tal barreira com enorme proficiência.

Publicações:

1 - Os Custos Podem Acabar Com Sua Empresa
2 - A Contabilidade Gerencial,
3 - A Influencia das Instituições Bancarias
4 - Analise Contábil
5 - Analise de Balanços
6 - Classificação do Patrimônio
7 - Custos, Princípios e Cálculos
8 - Fundamentos Matemáticos da Contabilidade
9 - Normas Técnicas de Contabilidade
10 - Reservas Técnicas do Seguro Privado
11 - Soluções Para a Contabilidade Descentralizada
12 - Teoria Contábil

Acirema Mangueira Marques

Patrono da Cátedra 36:

Acirema Mangueira Marques

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

Washington Brandão Santos

Patrono da Cátedra 37:

Washington Brandão Santos

Cada Acadêmico Titular deverá escrever um resumo de no máximo 20 linhas e mínimo de 15 sobre o patrono da Cátedra.

Wilson Queiróz

Patrono da Cátedra 38:

Wilson Queiróz

Natural da Cidade de Laranjeiras, nascido em 28 de julho de 1920, cuja infância humilde não podou suas expectativas e sonhos; pelo contrário, o impulsionou para avançar sempre, superando os percalços que se lhe apresentaram no caminho.
Tendo vindo para Aracaju aos oito anos de idade, Wilson Queiroz foi um homem determinado, que se dedicou aos estudos, trabalhando na antiga Livraria Monteiro em Silveira Mascarenhas, enquanto estudava Contabilidade à noite, chegando posteriormente aos bancos acadêmicos da Universidade Federal de Sergipe, onde cursou Ciências Contábeis. Tornou-se comerciante de uma loja esportiva, e na mesma época, ingressou na Maçonaria, na década de vinte, onde participou ativamente até seu falecimento, tendo ocupado cargos de destaque, dada sua atuante participação.
Wilson Queiroz trabalhou ainda como fiscal do INSS, foi Secretário do Planejamento, Presidente da Associação de Fiscais de Sergipe, Presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Administrador do Estádio Lourival batista e ocupou o cargo de Presidente do Vasco Esporte Clube de Sergipe.
Foi casado com Renildes Morais Queiroz, com quem teve cinco filhos, onze netos e três bisnetos. Sendo este seu mais precioso e incontestável legado.

Acadêmico Minervino Dorea Almeida
Cátedra nº 38

José Noronha Moura

Patrono da Cátedra 39:

José Noronha Moura

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Olimpio de Santana Filho

Patrono da Cátedra 40:

Olimpio de Santana Filho

Bancário, economista, contador e professor universitário nasceu no dia 09 de setembro de 1937, no município de Capela, Estado de Sergipe, faleceu no dia 26 de março de 1993, aos 55 anos e seis meses de idade. Filho do Senhor Manoel Olímpio de Santana e Dona Jovelina Vieira de Santana, casou-se em 31 de maio de 1961 com dona Maria de Lourdes de Carvalho Santana, dessa união nasceram quatro filhos.

Olímpio viveu sua infância na cidade de Capela, onde naquela época predominavam economicamente, no citado município, o cultivo e a industrialização da cana de açúcar, comandados por tradicionais famílias sergipanas de usineiros, destacando-se as usinas: Santa Clara, Vassouras, Proveito e Pedras.
Sua formação educacional escolar foi totalmente construída, mediante o uso sistemático da rede de ensino público, exceto o quarto ano primário que foi realizado no Colégio Jackson de Figueiredo no ano de 1948.

O professor Olímpio, na qualidade de membro pertencente à família pobre, além disso, de cor negra, recebeu de seus pais, mesmo diante das dificuldades proporcionadas pelo cotidiano da vida, o suporte necessário, em prol da dedicação aos estudos. Para tanto, não mediram esforços nem orientações para que o filho se preparasse para enfrentar com dignidade e sabedoria, os percalços inerentes à labuta diária.

Ao completar 7 (sete) anos de idade, ainda não tinha ido à escola, isso porque naquele tempo, a criança, conforme dispositivo legal, somente se matriculava nos colégios, com sete anos completos. Fato que ocorreu próximo ao final do ano de 1944, precisamente em 09.09.1944. Por conta desse obstáculo, iniciou seus estudos no ano de 1945, no Município de Capela, onde cursou no Grupo Escolar Coelho e Campos, os três primeiros anos do ensino Primário, sempre se destacando entre os primeiros alunos da turma.

Em 1948, transferiu-se para Aracaju, Capital do Estado de Sergipe, para estudar o último ano do curso primário no Colégio Jackson de Figueiredo. Referido colégio era dirigido pelos ilustres proprietários, os professores Benedito e Judite Oliveira, os quais eram considerados à época, figuras expressivas no ramo da educação em Sergipe.

No ano de 1949, prestou exame de admissão ao ginásio para o Colégio Atheneu, onde após sua aprovação, cursou neste tradicional colégio da rede pública estadual de ensino, todo o ginásio e os três anos do científico, isso no período de 1949 a 1955.
Conhecedor das enormes dificuldades enfrentadas pela maior parcela da população brasileira, no tocante à pretensão de cursar uma graduação de nível superior, Olimpio, não se intimidou e concluiu dois cursos superiores, ambos ministrados pela então Faculdade de Ciências Econômicas, incorporada posteriormente à Universidade Federal de Sergipe.

Aprovado no vestibular para Ciências Econômicas frequentou, no período de 1956 a 1959, o referido curso, tornando-se Bacharel com a colação de grau no final de 1959.

No período de 1960 a 1963 frequentou o curso de contabilidade, obtendo, em 1963, o grau de Bacharel em Ciências Contábeis. Em relação a este curso, segundo seu filho Tadeu, obteve aprovação em primeiro lugar do vestibular, tendo sido bastante elogiado pelos demais concorrentes.

Importa aqui destacar o relato inserido no documento escrito pelo saudoso Professor Carlos Augusto dos Santos, a respeito do curso de Ciências Contábeis em Sergipe, intitulado: “Retrospectiva Histórica do curso de Ciências de Ciências Contábeis”. Diz o professor Carlos Augusto, que “o curso de Ciências Contábeis, teve origem no ano de 1956 sob a diretriz da antiga Faculdade de Ciências Econômicas de Sergipe. A primeira turma a colar grau data do ano de 1959 e a última graduação ocorreu ano de 1963. Concluíram grau em Ciências Contábeis no ano de 1963, os alunos: ANTUZZO CARDOSO, CARLOS AUGUSTO DOS SANTOS E OLIMPIO DE SANTANA FILHO”.

Relata ainda, que “o funcionamento do curso de Ciências Contábeis foi suspenso a partir de 1964, em decorrência da falta de regularização do seu registro junto ao Ministério de Educação e Cultura. Sendo reativado seu funcionamento no ano de 1971, com a Universidade Federal de Sergipe”.

Retomando a caminhada do professor Olímpio, além das duas graduações superiores, ele se especializou em Desenvolvimento Econômico e Administração na cidade de Fortaleza/Ceará, em Técnica de Organização e Direção, e em Didática pela Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe.

Quanto à vida profissional, Olímpio ingressou no mercado de trabalho, no ano de 1955, para desempenhar a atividade de bancário. Iniciou como Auxiliar de Escriturário, no Banco Econômico S/A, onde trabalhou até 1956.

Em 1957, mudou-se para o Banco do Nordeste do Brasil S.A., em razão da sua aprovação em concurso público, prestado para a referida estatal, para as funções de Auxiliar de Escriturário. Permaneceu neste cargo somente dois anos, isso porque em 1959, nessa mesma instituição financeira federal, passou a exercer o cargo de Escriturário face ao êxito no concurso público para tal função.

Ainda no Banco do Nordeste, ocupou as funções de Chefe da Seção de Crédito Industrial e Gerente Geral Substituto.

No ano de 1964, escreveu e apresentou ao Banco do Nordeste, a Monografia intitulada “Sugestões para Melhoria do Crédito Industrial e a Sua Importância no Desenvolvimento Econômico do Nordeste”. Trabalho bastante elogiado, em razão do seu conteúdo, inclusive algumas sugestões foram úteis e inseridas nas normas procedimentais do Banco do Nordeste.

No Magistério, lecionou a disciplina Contabilidade Nacional na então Faculdade Tiradentes – período 11.09.1974 a 09.04.1975. Ainda no ano de 1974, prestou concurso público para professor da Universidade Federal de Sergipe, sendo aprovado. Em 01.10.1974, toma posse na referida instituição de ensino superior, passando a lecionar as disciplinas, Técnica Comercial, Contabilidade Agrícola e Contabilidade Geral. Participou também, por diversas oportunidades, como membro em comissão de banca examinadora de concurso público para professor de contabilidade, do Departamento de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Sergipe.

Aposentou-se em 16.09.1986 pelo Banco do Nordeste, faleceu em 26.03.1993, em plena atividade, na qualidade de docente da Universidade Federal de Sergipe.

Feito por: Jodoval Junior JodovalJunior@hotmail.com